O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou ontem a decisão de manter o regime de urgência constitucional dos projetos de lei que criam o novo marco regulatório do petróleo. A decisão foi anunciada em reunião com ministros e líderes dos partidos da base aliada. O regime de urgência é criticado por parte da coalizão governista e pela oposição, que anunciou obstrução.
De olho nos dividendos econômicos e políticos, o govemo quer a maioria das ações da Petrobras. Hoje a União controla a empresa, mas tem só 32% dos papéis.
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