O governo ainda não decidiu o destino do secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior. O Ministro, chefe de Tuma Júnior, pediu informações sobre o caso à Policia Federal. “Não existe máfia chinesa dentro do Ministério da Justiça”, disse.
Relatório de inteligência da Polícia Federal aponta o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior, como suspeito de ter usado o cargo para liberar mercadorias apreendidas de um suposto contrabandista chinês, Fang Ze. Ele seria integrante da rede de negócios de Li Kwok Kwen, ou Paulo Li, com quem Tuma Jr. também manteve contatos.
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