O mundo calcula as perdas
Ontem completou seis meses que o mundo acordou atônito com o pedido de concordata do centenário Lehman Brothers. O então quarto maior banco de investimento dos Estados Unidos havia quebrado. O choque se alastrou sob forma de desconfiança generalizada, levando o sistema financeiro global a um dos piores momentos em décadas.
O Fundo Monetário Internacional (FMI) estima perdas em US$ 2,2 trilhões até agora. No Brasil, medidas adotadas pelo Banco Central (BC) desde então não impediram o contágio da economia real. O fluxo de recursos dos investidores estrangeiros para a bolsa brasileira em março, até o dia 9, estava negativo em R$ 1,29 bilhão, depois de fechar fevereiro positivo em R$ 544 milhões.
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