Stephen Hough surgiu como presença única no cenário internacional de concerto. Desde as apresentações com o repertório tradicional, em recitais e com as melhores orquestras mundiais, até seu interesse em explorar repertórios pouco abordados, ele combina a imaginação e o colorido pianístico do passado com a cultura do presente, iluminando a verdadeira essência da música que toca.
Desde seu primeiro prêmio na Competição Internacional de Piano de Naumburg, em 1983, tem se apresentado com as maiores orquestras americanas e numerosas orquestras européias, com maestros.
Realizou mais de trinta gravações, que lhe renderam prêmios como o Diapason d”Or, o Deutscher Schallplattenpreis, Classic CD e o Gramophone Awards.
Em 1996, sua gravação pela Hyperion dos concertos de Scharwenka e Sauer com a City of Birmingham Symphony Orchestra e Lawrence Foster foi classificada pela Gramophone Magazine como a Gravação do Ano.
No ano seguinte, registrou as obras completas para piano e orquestra de Mendelssohn, os concertos de Liebermann, e música para piano solo de Mompou, além do New York Variations, classificado como o Melhor CD Clássico do ano pela revista Time, incluindo a primeira gravação do Etude Fantasy de John Corigliano e Ghost Variations de George Tsontakis.
Novas gravações incluem a integral dos Concertos para Piano de Saint-Säens com a City of Birmingham Symphony e Sakari Oramo; e CDs solo das Sonatas de Liszt e Brahms.
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…