Segundo Landim, os comandantes do esquema eram o ex-diretor-geral Agaciel Maia e o ex-diretor de Recursos Humanos João Carlos Zoghbi.
“Diante das denúncias, tomei a decisão de abrir uma comissão de sindicância para avaliar o caso e que ela seja acompanhada por um procurador do Ministério Público”, afirmou Sarney.
Segundo ele, se houver senadores envolvidos no esquema para esconder nomeações e outras decisões, os casos serão levados ao STF, “que é o órgão competente para averiguar e processar as responsabilidades”.
As palavras de Landim contrariam o que disseram Agaciel Maia e o próprio Sarney, de que a não publicação dos atos era derivada de “erros técnicos”. De acordo com o funcionário do Senado, o ex-diretor-geral ligava para ele e mandava que alguns dos atos fossem guardados para publicação posterior. Alguns, no entanto, jamais saíram da gaveta. Já Zoghbi, que como ÉPOCA revelou usava uma ex-babá como laranja, falava pessoalmente com Landim, já que os dois trabalham no mesmo andar do prédio do Senado.
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