O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ampliou, em 2005, o poder do então diretor-geral Agaciel Maia para gerir contas secretas que hoje somam R$ 160 milhões e envolvem verbas para a saúde de funcionários, não fiscalizadas. A decisão foi tomada no fim do segundo mandato de Sarney na chefia da Casa.
Mesmo depois de sucessivos escândalos sobre uma farra de viagens para parentes e assessores, o Senado gastou com bilhetes aéreos para o exterior, no primeiro semestre deste ano, três vezes mais do que gastara no mesmo período do ano passado. Foram despendidos agora R$ 1,8 milhão com passagens internacionais, contra R$ 549 mil no primeiro semestre do ano passado. Também subiram as despesas de senadores e seus indicados com viagens pelo Brasil: elas passaram de R$ 5,1 milhões para R$ 7,8 milhões, no mesmo período, um aumento de 53%.
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