Os últimos gastos militares do governo federal – incluindo um submarino nuclear e a promessa de comprar 36 caças – estão longe de garantir a soberania brasileira sobre as reservas petrolíferas do pré-sal, informa o repórter Chico Otavio, do Globo. Em debates internos, as Forças Armadas têm alertado para o problema, que pode ameaçar o controle de 5% da chamada Amazônia Azul. As despesas com equipamentos para a Aeronáutica e a Marinha geraram desconforto velado no Exército. O Orçamento enviado ao Congresso prevê investimentos de R$ 361 milhões para o Exército – muito abaixo do orçado para a Marinha (R$ 2,7 bilhões) e para a Aeronáutica (R$ 1,3 bilhão).
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