Além de Roseana, entraram “pela porta dos fundos” filhos, mulheres e irmãos de outros senadores, como Marcondes Gadelha, do ex-PFL, atual DEM, da Paraíba, que colocou a mulher no “cabide”. Os funcionários foram nomeados, segundo reportagem da Veja, em maio de 1986, sem a devida publicação oficial do Senado, o tal “ato secreto” de que tanto se fala hoje.
Questionado, o marido de Roseana, Jorge Murad, reagiu espantado, dizendo que “nem Roseana sabe disso”. O “trem da alegria” foi promovido às vésperas do Colégio Eleitoral que escolheu Tancredo Neves. Os senadores beneficiados pelo “trem” juraram que “tudo foi feito dentro da legalidade” e como manda “a tradição da Casa”. Também foram nomeados na ocasião aliados políticos e jornalistas amigos de senadores.
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