Os eventos ocorridos em Congonhas nesta semana intensificam a impressão de que o pandemônio no setor aéreo brasileiro é ainda pior do que se supunha. O mau tempo insuflou a insegurança e o agravamento da crise, que não tardará em repercutir sobre as tarifas. Sob a alegação de que a pista auxiliar não apresenta condições de pouso, pilotos e companhias aéreas recusaram-se a operar no aeroporto: dos 215 vôos previstos, 146 foram cancelados na segunda. Ontem, dia 24, o cenário se repetiu embora em menor escala.
A Infraero, desautorizada pelos comandantes, insistia em que a pista estava em boas condições; a Anac, em contrapartida, decretou a proibição da venda de bilhetes para vôos que partissem do aeroporto. Nos balcões das companhias, passageiros aglomeravam-se em busca de informações e eram recebidos com as evasivas de praxe. Conseqüência da quebra de uma canaleta de escoamento na ocasião do acidente com o Airbus da TAM, um deslizamento de terra próximo à cabeceira da pista completou o cenário e trouxe uma imagem particularmente reveladora da inépcia que toma conta da aviação no país”.
(Do editorial da Folha)
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