Decolagem de avião da Gol abortada em Goiânia
– Como já informamos sobre o acidente com uma aeronave da Gol, o comandante do Boeing do vôo 1355 abortou a decolagem neste domingo quando já estava em alta velocidade no aeroporto de Goiânia, anunciando aos passageiros após o incidente que eles poderiam permanecer na aeronave enquanto fosse feita a manutenção. Nenhum passageiro aceitou o convite, segundo testemunhas a bordo. A maioria deles ainda aguarda no aeroporto Santa Genoveva, na capital de Goiás, um novo vôo rumo a São Paulo. A viagem foi cancelada, segundo a Infraero. Por causa do incidente, muitos passageiros passaram mal. Parte da equipe da dupla Zezé Di Camargo e Luciano estava a bordo. A mulher de Luciano, Flávia, teve ferimentos leves. Ela bateu o braço, foi atendida e não corre risco. (UolNews)
“A crise é pequena” diz Nobel de Economia
– A palavra é de especialista. Prêmio Nobel de Economia em 2006, o americano Edmund Phelps está convencido de que o abalo sísmico nos mercados mundiais ocorrido estes dias já foi superado. Em entrevista exclusiva ao JB, o professor da Universidade Columbia, que chega ao Brasil esta semana para um congresso em São Paulo, vaticina: “Estamos vivendo uma crise relativamente pequena”. A certeza é baseada no conhecimento dos efeitos a curto e longo prazos das políticas econômicas, tema que lhe rendeu o prêmio. Por isso, tem credencial para advertir que o preço a ser pago pelos riscos será mais alto a partir de agora. (Jornal do Brasil)
Crise diminui otimismo e ameaça investimentos
– Para analistas, país está menos vulnerável, mas ainda é dependente dos EUA. *** O STF avalia na quarta se abre ação penal contra os 40 denunciados no caso do mensalão, entre os quais o ex-ministro José Dirceu e o publicitário Marcos Valério. *** O procurador-geral da República aponta suposta quadrilha montada para comprar apoio político ao governo Lula. Os acusados afirmam que não há provas. (Folha de São Paulo)
Crise já faz governo temer freada no crescimento
– Equipe econômica avisa Lula de que período de exuberância internacional pode estar no fim. (O Estado de São Paulo)
Tráfico impõe leis de exceção para 1,5 milhão de cariocas
– Direitos básicos são violados todos os dias; há 7 mil desaparecidos no Rio. *** A Procuradoria Geral da República tem novas provas para reforçar as acusações aos envolvidos com o mensalão. Relatório da Receita Federal revela que somam R$ 284 milhões multas aplicadas a personagens do maior escândalo do governo Lula, revelado em 2005. O Supremo Tribunal Federal deve decidir esta semana se transforma o inquérito do mensalão em ação penal. (O Globo)
Turbulência se espalha de ações a commodities
– As bolsas de ações mundo afora enfrentaram ontem um dos piores dias desde os atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA, em meio ao aprofundamento da crise imobiliária do país. Os pregões de commodities agrícolas e de metais e o petróleo seguiram o mesmo ritmo e embicaram para baixo, fechando em queda. (Gazeta Mercantil)
Como proteger o bolso na Crise
– Em momentos de turbulência econômica, a precipitação pode ser fatal. Para o pequeno investidor, é fundamental ter calma na análise das perdas e ganhos e fazer uma reavaliação criteriosa das aplicações a fim de evitar prejuízo maior com a crise. O cenário aponta lições preciosas para o Brasil. As reservas cambiais de US$ 160 bilhões deixaram o país mais forte para enfrentar o choque externo. Mas fragilidades no setor de infra-estrutura, marcos regulatórios precários e gastos públicos de baixa qualidade podem afastar investidores externos. Em artigo ao Correio, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, ressalta que o país está hoje mais resistente aos abalos nos mercados mundiais. Entretanto, não descarta novas volatilidades e reconhece que “minimizar riscos não é o mesmo que eliminar riscos”. (Correio Braziliense)
Turbulências tiram do país capital externo especulativo
– A maior parte do capital especulativo já deixou o país, na avaliação do governo federal. Mas ainda há US$ 41 bilhões em recursos de investidores estrangeiros aplicados em ações e títulos públicos que continuarão a alimentar as turbulências no mercado financeiro. Desde maio, após os primeiros sinais de problemas nos mercados, os investidores estrangeiros já vinham desmontando posições no Brasil. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), a posição dos investidores internacionais em dólar caiu de US$ 17,826 bilhões para US$ 1,328 bilhões, de maio a agosto. (Valor Econômico)
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