RECOMEÇAR
Não há amor perdido, nem se fingem milagres
Não reparto o destino que me expia em saudades…
E o grito ecoa profundo;
“ Quero o meu mundo!
“O assalto recomeça, o espelho fascina
Sigo encoberto, o quebranto domina…
Mas a vida desalinha!
Sepulto a ruína, ressurjo em apreço,
E de novo, recomeço.
Só quem se arrisca a ir longe demais
descobre o quão longe se pode ir.
T. S. Elliot
Thomas Stearns Eliot (1888 – 1965) foi um famoso poeta modernista, dramaturgo e crítico literário britânico-norte-americano. Em 1948 ganhou o Prémio Nobel de Literatura.
Publicou o poema The Waste Land em 1922; em 1927 obteve a nacionalidade britânica.
Em 1928, Eliot resumiu suas crenças muito bem no prefácio de de seu livro “Para Lancelot Andrews”: “O ponto de vista geral [dos assuntos do livro] pode ser descrito como classicista na literatura, monarquista na política e anglo-católico na religião.” Essa fase inclui trabalhos poéticos como Ash Wednesday, The Journey of the Magi, e Four Quartets.
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