O Senado descobriu irregularidades nos 16 contratos para o fornecimento de mão de obra que já foram analisados por comissão interna de servidores.relata Alan Gripp. Foram detectados casos de nepotismo, superfaturamento, pagamentos por serviços não prestados e perpetuação de empresas por contratos aditivos. Todos foram assinados na era Agaciel Maia, diretor-geral do Senado por 14 anos, que deixou o cargo em março.
O Conselho de Ética do Senado também fez parte do esquema de atos secretos da Casa. Num boletim sigiloso, o senador Magno Malta (PR-ES) conseguiu colocar seu assessor Nilis Castberg para trabalhar no conselho, durante processo em que a cassação de seu mandato foi avaliada – e rejeitada. Em entrevista ao Estado, Castberg confirmou ter atuado como “olheiro” do processo.
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