O desemprego no Brasil atingiu, no ano passado, o nível mais baixo desde 1996, como revela a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do IBGE, feita em setembro, quando estourou a crise global. A renda também cresceu, mas a desigualdade caiu menos do que nos anos anteriores. A radiografia da população mostra, no entanto, outra face negativa: o Brasil mantém 4,5 milhões de crianças e adolescentes trabalhando e o analfabetismo ficou quase inalterado, com 14,2 milhões de brasileiros acima de 15 anos.
Os desníveis regionais continuam enormes no país. Os efeitos da ampliação do Bolsa Família para incluir mais famílias pobres estão se encerrando.
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