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PELOS JORNAIS_24.ag.07

Mais 1.200 policiais no Rio

– A reunião entre o governador Sérgio Cabral e o ministro da Justiça, Tarso Genro, terminou com a definição de um importante reforço para a segurança do Rio. O policiamento da capital receberá mais 1.200 agentes da Força Nacional de Segurança (FNS) – há 1.600 já baseados aqui – e outros 500 ficarão de prontidão em Brasília em caso de necessidade. Segundo o ministro, a tropa especial permanecerá em operação “pelo tempo que for necessário para a implantação do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci)”, mas o limite deverá ser de quatro anos. Além do contingente, bem mais que os 700 inicialmente acertados, Cabral conseguiu do governo federal que 500 veículos sejam cedidos às polícias do Estado. (Jornal do Brasil)

Relator acata 1ª denúncia do mensalão

– O relator do caso do mensalão no Supremo, Joaquim Barbosa, aceitou o primeiro item da denúncia do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, contra os 40 acusados. Ele considerou haver indícios suficientes para abrir processo criminal contra quatro dirigentes do Banco Rural por suspeita de gestão fraudulenta. (Folha de São Paulo)

Anac sabia do risco de avião ‘varar’ pista de Congonhas

– Um documento revelado ontem pela CPI do Apagão, na Câmara, prova que, sete meses antes da tragédia do Airbus da TAM em Congonhas, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) tinham noção exata do perigo que era pousar ali. Em reunião de técnicos da Anac, da Infraero e de companhias aéreas, em 13 de dezembro, no Rio, foi discutido o risco iminente de um avião ficar descontrolado e “varar” a pista. Foi exatamente o que ocorreu com o Airbus, que ultrapassou o fim da pista e explodiu ao colidir com um prédio, causando a morte de 199 pessoas. A ata da reunião mostra que foram classificados de “preocupantes” três incidentes na pista principal de Congonhas. (Estado de São Paulo)

Mensalão deve ter hoje os seus primeiros réus

– A presidente do Banco Rural, Kátia Rabello, e outros três diretores da instituição devem se tornar hoje os primeiros réus do escândalo do mensalão. O ministro Joaquim Barbosa, relator do caso no STF, apresentou ontem voto a favor da abertura de processo penal contra o núcleo financeiro do esquema de pagamento de mesada a parlamentares. Os ministros Marco Aurélio de Mello e Cezar Peluso votaram com o relator. Os outros sete ministros devem votar hoje. Como são 40 acusados, Barbosa optou por dividir o voto em capítulos. Com isso, a expectativa é que o resultado do julgamento só seja conhecido semana que vem. (O Globo)

Câmbio gera déficit em conta externa

– Em julho, pela primeira vez desde janeiro de 2006, o saldo em transações correntes ficou
negativo, com um déficit de US$ 717 milhões. O resultado foi o pior desde abril de 2004, quando a soma resultou negativa em US$ 754 milhões. A principal contribuição para a inversão do saldo foi o aumento das importações, que no mês cresceram 35% em relação a igual período de 2006, ante exportações 3,7% maiores, gerando superávit comercial acumulado no ano de US$ 3,7 bilhões. (Gazeta Mercantil)

Supremo valida provas contra os 40 do mensalão

– Os 10 ministros do STF decidiram, por unanimidade, considerar válida todas as provas obtidas pelo procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, contra os 40 acusados de envolvimento no esquema do mensalão. Mesmo assim, advogados de defesa comemoraram. Vão tentar aproveitar divergências entre os magistrados sobre a legalidade de documentos que o Banco Central repassou ao Ministério Público para pedir outra vez a anulação dessas provas. Os dados, sobre transações bancárias, são peças-chave na denúncia contra os mensaleiros. Ainda na sessão de ontem, o Supremo aprovou parcialmente a abertura de processo criminal contra quatro dirigentes de banco acusados de gestão temerária. Eles teriam forjado empréstimo ao PT. Uma operação “feita para não ser paga”, descreveu o procurador. (Correio Braziliense)

Minoritários cobram dívida de R$ 8 bilhões da Eletrobrás

– Subiu o tom das cobranças dos acionistas minoritários para que a Eletrobrás pague aos donos das ações ordinárias os dividendos retidos pela holding de energia elétrica, uma dívida que teve início na década de 80. Corrigida pela taxa básica de juros (Selic), a dívida chegou no fim de junho a R$ 7,87 bilhões, equivalente a quase 30% do valor de mercado da companhia. Em reunião com analistas, em São Paulo, o diretor financeiro e de relações com investidores da Eletrobrás, Luiz Augusto Figueira, disse que a solução para os dividendos retidos não é fácil, porque isso “significaria a descapitalização em um momento de investimentos” (Valor Econômico)

Cartório vai pagar ISS e aumentar taxas

– Já matematicamente derrotada no STF, em recurso contra o imposto, associação que representa os donos de cartório avisa que o resultado refletirá no preço dos serviços. Prefeitura cobrará atrasados desde 2004, com base na nova alíquota. (Jornal do Commercio – PE)

Miranda Sá

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Miranda Sá
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