A regulação do pré-sal, o avanço dos bancos públicos, a ingerência na Vale são, para Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central e presidente do Conselho de Administração da Bolsa de Valores, sinais perigosos de “patrimonialismo” – o Estado servindo a interesses partidários, privados e sindicais. “Defendo a reestatização do Estado”, diz. Armínio se preocupa com a ação agressiva do governo Lula na ampliação da presença estatal na economia.
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