Quatro anos atrás este mês, o governo decidiu não entregar ao então presidente da Câmara dos Deputados, o inesquecível Severino Cavalcanti, a estratégica diretoria da Petrobrás que ele reivindicava para um afilhado, como compensação por não ter conseguido emplacar um parlamentar amigo na reforma ministerial que o presidente Lula pretendia fazer – e da qual, por isso mesmo, desistiu. Era, na sintaxe severina, “aquela diretoria que fura poço e acha petróleo”, a de Exploração e Produção.
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