Brasil não é vira-lata, mas não chega a rottweiler
Lula tem prestígio com Obama e no G20 porque, além de ser cordial com todos, converteu-se ao credo hegemônico no planeta. Popularidade e aceitação não se confundem, no entanto, com liderança. O que também não quer dizer que o papel do Brasil seja irrelevante ou secundário. Tudo somado, fica claro que o Brasil não é mais um vira-lata, mas também não chega a rottweiler.
Clóvis Ross, jornalista
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