Enquanto o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, com seu linguajar pitoresco e raciocínio manhoso, estiver na linha de frente da “defesa do trabalhador” e do ataque aos “patrões”, a cena fica entendida como simples performance sindicalista.
Ruim, mas sem maior consequência. Demagógica, oca, mas em conformidade com o perfil do personagem escalado, na condição de presidente do PDT, para representar o partido na coalizão de apoio ao presidente Luiz Inácio da Silva.
Dora Kramer, dora.kramer@grupoestado.com.br
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