AI – 5
Quarenta anos depois é tempo suficiente para se recuar no tempo e com a lente da isenção analisar-se a história. Os que na época aplaudiram o Ato 5, como se fosse uma vitória esportiva, conheço alguns, estão seguramente se sentindo mal ao relembrar o que passou. Perderam a consciência e não encontraram o tempo perdido, como Marcel Proust.
Pedro do Coutto, jornalista
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