O PT do Distrito Federal entrou ontem com um dos seis pedidos de impeachment contra o governador José Roberto Arruda (DEM), acusado de recebimento ilegal de dinheiro. Cerca de 200 pessoas invadiram o plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal para pedir a saída de Arruda. Quebra-quebra atrasou a leitura dos pedidos de impeachment.
Depois de dizer que as imagens da corrupção no DF não falam por si, o presidente Lula, na Ucrânia, reclamou de os jornalistas perguntarem sobre a “coisinha”. Disse que não quis ser condescendente nem incriminar. E considerou o caso “deplorável”.
O presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), chamou de “infâmia” a menção de seu nome em planilha da Camargo Corrêa, investigada por suposto pagamento de propina a políticos, o que a empreiteira nega. Temer diz que recebeu da empresa só em campanha e oficialmente.
O personagem central no escândalo da propina em Brasília carrega uma impressionante folha corrida nos 37 processos em curso na Justiça. Levantamento do Correio mostra que Durval Barbosa é acusado de desviar R$ 432 milhões nos dois últimos mandatos do governo Roriz, entre 1999 e 2006,
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