Categorias: Notas

Noticiário

Dólar sob pressão = O dólar pode cair abaixo de R$ 2 nesta última semana de maio, não só pelo fluxo externo expressivo, mas também pela ação de fundos hedge “vendidos” em dólar futuro na BM&F e detentores de swaps cambiais reversos que vencem na virada do mês.

MEC prepara exame único para residência médica = Além da prova unificada para acesso às vagas oferecidas em todo o País, Ministério da Educação (MEC) estuda outras mudanças para os estudantes de medicina. Ao fim do curso, residentes fariam uma avaliação para checar se absorveram conteúdo. (págs. 1 e A14)

Tripulação ‘desorientada’ é hipótese para queda = Especialistas e militares levantam três hipóteses para a queda do bimotor que deixou 14 mortos sexta, na Bahia. A principal delas é a “desorientação momentânea” da tripulação, já que o avião caiu perto

Oriente Médio: Israel quer ampliação de colônias = Primeiro-ministro israelense usa pela primeira vez o termo “Estado palestino”, mas anuncia que permitirá o crescimento dos assentamentos judaicos na Cisjordânia, contrariando apelo de Barack Obama. (págs. 1 e 14)

Gripe suína: Vírus H1N1 avança no Oriente = Japão e China anunciam aumento do número de pacientes contaminados pela gripe suína. Emirados Árabes e Kuweit confirmam primeiros casos. Vírus já infectou mais de 12 mil pessoas em 43 países.

Saúde quer cortar imposto de remédios = O governo e os laboratórios vão negociar com os estados a redução do ICMS cobrado nos remédios. Estudo mostra que o corte da alíquota média atual, de 17,5%, para 12% fará o preço dos medicamentos cair 9%, liberando R$ 2 bilhões na economia.

Herança da inflação alta = Para praticar juros baixos, o Brasil precisa eliminar a herança dos tempos de inflação e juros nominais altos, segundo Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central. Nesse caso, é emblemática a remuneração da poupança e das aposentadorias.

Queda de juros tira até R$ 50 bi de investidores = A queda da taxa básica dos juros (Selic) a níveis historicamente baixos causará insatisfação entre investidores, embora alivie as contas públicas. Esse bilionário benefício às contas oficiais deixará de engordar cadernetas de poupança, fundos de pensão e fundos de investimento, além de bancos e setores da economia “real”.

Miranda Sá

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Miranda Sá

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