Depois de Bolívia, Paraguai e Venezuela, agora é a vez do Equador tomar medidas contra empresas e interesses brasileiros. Isso tem se repetido pela América Latina em países com governos populistas. Todos eles elegeram o Brasil como o ‘gringo’ da vez, principalmente em épocas próximas a eleições.
Em tempo: A Petrobras acaba de anunciar que não aceita ser prestadora de serviço no Equador, ou seja, recusou os termos de mudança de contrato. E fez ela muito bem.
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