A Fundação Getúlio Vargas propôs que o Senado reduza o número de diretores de 181 para sete. Mas a mudança deve ser restrita apenas à nomenclatura, ex-diretores manteriam adicionais como chefes de departamento. Bianor Cavalcanti, diretor da FGV, diz: “não é um tipo de Casa que possa se sujeitar a cortes pirotécnicos, que possam comprometer o próprio funcionamento”. O estudo será apresentado aos parlamentares e grupos de servidores.
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