Acabou de forma trágica o caso do sumiço dos seis rapazes – com idades entre 13 e 19 anos – no interior de Goiás. Pedreiro que já fora condenado por crimes sexuais confessou ter estuprado e matado os seis. População ameaça linchá-lo.
Frio e violento, para a polícia. Segundo os vizinhos, solitário e religioso — frequentava cultos em uma igreja. Admar de Jesus, 40 anos, acusado de matar e enterrar em covas rasas seis adolescentes em Luziânia, precisava de acompanhamento psiquiátrico, dizia laudo feito quando o pedreiro esteve na Papuda para cumprir pena por abuso sexual de menores. Uma semana depois de sair da prisão, começou a atrair os jovens com R$ 200.
A prisão do pedreiro chocou a sociedade tanto quanto seus atos e reabriu o debate sobre os benefícios concedidos a condenados por crimes graves. Sentenciado em Brasília a 14 anos de prisão por pedofilia, Admar, de 40 anos, cumpriu quatro e ganhou a progressão para liberdade condicional.
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