O projeto de lei que altera o Código Florestal, além de anistiar desmatadores, tem outras “maldades” embutidas, segundo alertam os ambientalistas. Uma lista delas, elaborada pelo Greenpeace:
1) Redução em mais de 1 milhão de quilômetro quadrado na extensão geográfica da Amazônia legal;
2) Poder para que cada estado crie suas próprias regras de desmatamento, incentivando uma guerra entre os estados pelo desenvolvimento às custas do meio ambiente;
3) Redução da Reserva Legal no Cerrado de 35% para 20%;
4) Inclusão de Área de Preservação Permanente no cálculo da Reserva Legal;
5) Plantação de espécies exóticas em até 50% da Reserva Legal;
6) Compensação em qualquer lugar do país;
7) Topo de morro não é mais de ser considerada Área de Proteção Permanente.
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