Os erros na crise
A crise é externa; veio de fora. Não há dúvida. Mas os erros do governo são: ele subestimou o impacto na economia brasileira; confundiu desejo com a realidade, aposta com análise; tem atuado ao ritmo dos lobbies que aparecem em Brasília; antecipou a disputa eleitoral; ainda não tem uma estratégia para enfrentar a crise. Não há sinal de mudança de atitude.
As crises são implacáveis. Não adianta dizer que elas são externas, porque isso não torna menos concretos os efeitos internos. É esse o recado que os frios números do IBGE estão mandando. As economias estão cada vez mais ligadas. Portanto, o que cabe aos governos nacionais é atuar para mitigar ou abreviar seus efeitos. O governo deve ter consciência das virtudes do país em relação a outros países, da mesma forma que é aconselhável ter noção das fragilidades.
Nos últimos anos, o governo brasileiro aumentou muito o gasto público com despesas que não podem ser reduzidas. Aumentou salários de funcionários, criou fórmulas de ajustes de salário mínimo que impactam fortemente a Previdência, contratou 200 mil novos servidores. Isso, agora, reduz a capacidade de ampliar os investimentos públicos para reduzir o impacto da crise.
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