O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, defende a conveniência de se adiar o aumento salarial do funcionalismo, previsto para entrar em vigor em 1º de julho. Ele havia mencionado essa possibilidade há meses, quando os primeiros efeitos da recessão apareceram nas contas do governo federal. A princípio, a ideia foi rejeitada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que manteve a data para elevação dos vencimentos foi mantida.
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