Os gastos de 6,2 milhões no Senado, as contratações quase ilimitadas de funcionários, o discurso otimista e o estímulo ao consumo são elementos da crise brasileira. Ou melhor, da percepção da crise orientada pelo governo brasileiro.
A frase de outubro, dizendo que a crise era apenas marolinha, marcou a posição de Lula sobre o tema. Ele nunca levou a crise a sério, ou melhor sempre a levou a sério para usá-la como instrumento do próprio prestígio. Tudo vai mal no mundo, apenas o Brasil resiste, parece ser a mensagem do governo.
Esse erro de percepção pode ter consequências para todos nós. E revela um pouco a própria máquina de propaganda do governo. Quando o mundo crescia e levava o Brasil consigo, os méritos eram atribuídos a Lula. Quando o mundo estagna e detém o crescimento brasileiro, a culpa é apenas do mundo.
A tática de um velho técnico de futebol é a escolhida de Lula. Sua frase era esta: eu ganho, nós empatamos e vocês perdem.
Era possível seguir um outro caminho. A retração nos investimentos pedia um papel mais decisivo do governo. Mas como investir se gastamos tanto em custeio e gastos inúteis com a máquina superinflacionada?
Fernando Gabeira, deputado federal
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