Após vários dias sem falar sobre as turbulências na sua gestão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), voltou ao plenário da Casa para se defender da acusação de que a fundação que leva seu nome teria desviado recursos de um patrocínio da Petrobras. Na mesma sessão, oposicionistas voltaram a pedir seu afastamento e prometeram investigar a denúncia na CPI sobre a estatal, que será instalada na terça-feira.
O peemedebista reafirmou que não participa da gestão da Fundação Sarney e informou que a prestação de contas foi enviada ao Ministério da Cultura. Parlamentares oposicionistas, no entanto, fizeram fila para discursar contra sua permanência no comando do Senado. Veja também nota em que a Fundação Sarney nega envolvimento em desvio de dinheiro.
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