Ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello avaliou que a “corda acabou estourando do lado mais fraco”, na decisão do órgão sobre o caso Palocci. Ele foi um dos quatro a votar pela abertura da ação penal para investigar qual o papel do ex-ministro na quebra do sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa. Ayres Brito concordou; Gilmar Mendes contestou.
Juristas, advogados e procuradores sustentam que havia motivos para abertura de ação no STF contra o ex-ministro Antonio Palocci por quebra de sigilo. “É questão clara de status”, diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
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