Marolinha, gripinha, quedinha
Tudo começou com uma “marolinha”. Faz menos de um mês, no dia 4 passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva dizia que o que era um tsunami, nos Estados Unidos, no Brasil viraria mera “marolinha”.
No dia seguinte, a ministra Dilma Rousseff, candidata “in pectore” de Lula para sua sucessão, dizia que, no máximo, o Brasil sofreria uma “gripe pequenininha” como decorrência do tal tsunami.
Não estamos falando do ano passado nem mesmo do mês passado, mas deste outubro em que a crise ganhou alucinante velocidade e desafiou todos os prognósticos dos economistas metidos a sábios.
Clóvis Rossi, jornalista (crossi@uol.com.br)
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…