O Pintor
Henri Rousseau, nascido em 1844 em Laval (França), foi talvez o único pintor naïf que conseguiu ser base de estudo para movimentos posteriores, como o surrealismo e o simbolismo.
A sua obra foi, de início, objeto de manifestaçao de pouco apreço ou mesmo de repúdio, devido ao estilo infantil e ingênuo. No entanto, o pintor conseguiu presença constante no Salon des Indépendents, na Exposição que não estava sujeita à apreciação de um júri.
Para viver, tocou violino na rua e deu aulas de pintura. Condenado por estelionato em 1909, obteve suspenção da pena. Pintava de modo intuitivo, sem preocupações teóricas, movido apenas por um objetivo concreto: reproduzir na tela a realidade circundante com a maior fidelidade possível. Renunciou, contudo, à perspectiva linear da arte clássica, que não dominava completamente, e conferiu à realidade uma aparência onírica.
O fascínio pela natureza e a fértil imaginação inspiraram-no na pintura de florestas exuberantes e cenas fantásticas como O Lobo Faminto (1904), A Cigana Adormecida (1905), A Encantadora de Serpentes e O Sonho (1910).
Henri Rousseau morreu em Paris no ano de 1910 aos 66 anos de idade.
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