O belíssimo “Adagietto” da 5ª Sinfonia, de Gustav Mahler (1860-1911), é certamente a associação musical mais corrente e imediata à novela de Thomas Mann. O filme homônimo de Visconti não só popularizou Mahler junto do grande público como veio acentuar o interesse pela sua obra junto dos intérpretes.
Até os anos 60, Mahler fora visto como um compositor fora de moda, autor de obras desmedidas e intermináveis, por vezes triviais, mas a partir dessa época as suas sinfonias entraram gradualmente no repertório de todos os grandes maestros e orquestras. Além de ser uma das suas páginas mais inspiradas, o “Adagietto” é também uma dádiva de amor – um presente a Alma Schindler, a grande paixão do compositor – adquirindo uma simbologia suplementar no filme.
Essa dimensão é inerente também à solidão e à morte, já que o famoso andamento da 5ª Sinfonia tem um forte parentesco com o comovente “Lied” “Ich bin der Welt abhanden gekommen” (Afastei-me do mundo), sobre um poema de Friedrich Rückert.
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Nesta última semana da campanha eleitoral, escorrego sobre um tapete reza no tobogã da consciência, admirando…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Civilização significa tudo aquilo que os seres humanos desenvolveram ao longo dos anos para se sobrepor…
MIRANDA SÁ ( Email: mirandasa@uol.com.br) Apesar de não usar aparelhos eletrônicos em viagens aéreas, ficava sempre curioso quando o comissário…
MIRANDA SÁ (E-mail mirandasa@uol.com.br) Quando acompanho as bombásticas divulgações de pesquisas eleitorais os números que me vêm à cabeça não…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) Visitando a UTI da Gramática, como de vez em quando faço, encontrei lá prostrada a palavra…