O Exército negocia um moderno sistema de monitoramento de fronteiras que deve custar R$ 10 bilhões e ficar pronto só em 2019, informa Eliane Cantanhêde (Folh de São Pulo). A expectativa do governo é obter recursos para o sistema usando financiamento externo de longo prazo. O projeto inclui radares de imagens e de comunicação, blindados e veículos aéreos não tripulados para abranger a fronteira terrestre, com foco na Amazônia. A base dele serão os Pelotões Especiais de Fronteira, que vão passar gradualmente dos atuais 21 para 49. Para o governo, a porosidade das fronteiras (onde o Exército tem poder de polícia desde 1999) é o principal problema de segurança do país. Com o monitoramento do espaço aéreo na região, o contrabando e o tráfico de armas migraram para as vias terrestres e fluviais. O sistema visa evitar que as armas cheguem a áreas como as favelas do Rio. Embraer e dez empresas estrangeiras receberam informações sobre o projeto, para o qual o governo exige “domínio nacional” da tecnologia. Propostas devem ser apresentadas até 31/1.
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