EM HOMENAGEM A TERCEIRA SINFONIA
( Brahms, opus 90, em lá maior)
No começo da noite
retiro meus olhos já vermelhos e cansados
guardo-os na mesa enlevados,
com a escuridão das pálpebras, velhas conhecidas.
Os olhos solitários na mesa não sabem lamentar,
os olhos sem mim não podem chorar.
Minha face dois grandes buracos
profundos poços que dilatam a aurora e
aprisionam o sol ao meio-dia.
Eis onde carretéis sem fim puxam-me para os mares.
E, se nesse retrato remoço-me,
são os olhos que não sabem sonhar.
Biografia aqui.
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Tem impressionado os cientistas políticos e historiadores independentes, provocando debates e aversão, o uso e abuso…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Nos ideais da juventude brasileira o item Igualdade está sempre presente.... Talvez por herança da cultura…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Sempre com um referencial, faço leituras cotidianas para degustar a sabedoria de quem sabe das coisas....…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Como pacifista desde menino, atuando pela Paz Mundial com meus pais ativistas, senti a necessidade de…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) A palavra ideologia, foi criada pelo filósofo Antoine Destutt de Tracy no final do século 18,…
MIRANDA SÁ (Email: mirandasa@uol.com.br) Meu último texto divulgado, “DA MENTIRA”, expôs a exigência de leitores (a quem não estou autorizado…