Após relutar muito, o governo federal decidiu oferecer aos beneficiados do Bolsa-Família a “porta de saída” do programa: cursos de qualificação que os prepare para o mercado e lhes assegure empregos e vida digna.
Mas a iniciativa é um fracasso: das 400 mil cartas de convite enviadas até agora, apenas 6 mil “bolseiros” aceitaram a oferta. Os demais preferem o desemprego ou o subemprego, mas com “bolsa-esmola”.
Fonte: Cláudio Humberto, jornalista
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