Análise de 3ª feira gorda
A campanha eleitoral detonada pelo Planalto encontra identidade perfeita com o carnaval. Personagens fantasiados de responsáveis e legítimos representantes da sociedade são figuras carnavalescas no dia a dia, representando, como num desfile pela avenida da vida, seus papéis retocados, mensagens vazias, atitudes divertidas e irresponsáveis, como se o desfile lhes justificasse tudo. A plateia, iludida e desatenta, aplaude, dá suporte, sem perceber que a conta lhe será apresentada por muitos anos ainda. De miséria e retrocesso – moral, educacional e financeiro. As máscaras foram retocadas para atualizar os personagens da vez. Então, caiam na folia.
Ronaldo Parisi (rparisi@uol.com.br)
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