A queda nas taxas de juros em países desenvolvidos após a crise de 2009 e a forte retomada dos investimentos no Brasil provocaram a maior alta na dívida externa desde o Plano Real.
De 2009 até maio último, a dívida externa conjunta de empresas, administrações públicas e famílias cresceu 43% e foi a R$ 284 bilhões, informam Gustavo Patu e Eduardo Cucolo (Folha de São Paulo).
Ao longo dos 15 anos anteriores, a expansão foi de 43%. A parcela privada da dívida, hoje equivalente a 3/4 do total, cresceu R$ 87 bilhões, enquanto a pública encolheu R$ 1 bilhão.
Mas hoje, diferentemente do ocorrido nas décadas de 80 e 90, o Banco Central tem reservas de dólares que superam o total da dívida – se necessário, o país poderia pagá-la de uma vez.
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