Duas das seis centrais sindicais registradas no Ministério do Trabalho correm o risco de perder o direito ao imposto sindical cobrado dos trabalhadores se não aumentarem sua base de filiados. A partir de 2011, o governo só repassará o imposto às centrais que tiverem no mínimo 7% de representatividade, e a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), dissidência da CUT, como Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), ligada ao PMDB, teem índices inferiores a 7%.
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