A economia dos EUA caiu menos do que o esperado: 1%, o quarto trimestre consecutivo de baixa. Foi algo que ocorreu pela primeira vez desde o início dos registros, em 1947. A queda mostrou-se maior no consumo das famílias americanas, responsáveis por dois terços da composição do Produto Interno Bruto, o que alimentou o temor de que a recuperação possa ser lenta. No balanço final das duas leituras, porém, ficou o ânimo dos maiores mercados do mundo. As bolsas fecharam em alta. Em Nova York, os investidores usaram o resultado do PIB americano para fechar o melhor mês de julho em 20 anos.
O presidente Barack Obama, embora cauteloso, festejou: “A economia caminha na direção certa”.
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