FMI defende gastos de US$ 1,2 tri contra a crise
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, defendeu ontem o uso de até 2% do PIB mundial, ou USS 1,2 trilhão, como estímulo fiscal para estancar a espiral de recessão – que agora é oficial no Japão e na zona do euro. Segundo o FMI, as economias avançadas devem ter um recuo de 0,3% do PIB em 2009.
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