O papa Bento XVI, que está sendo alvo de críticas de grupos de vítimas por supostamente utilizar linguagem vaga nas referências à crise dos abusos sexuais na Igreja Católica, prometeu publicamente nesta quarta-feira (21) “ação” no caso do escândalo.
No mês que se seguiu à explosão dos casos de abusos sexuais, com alegações crescendo rapidamente nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha, sua terra natal, o papa usou termos vagos, tais como dizer que a Igreja “estava ferida por nossos pecados” ou precisava de “penitência’.
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