O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, declarou ontem que o Brasil poderia tomar mais medidas para contribuir com um significativo acordo do clima. Ban criticou países ricos e em desenvolvimento. Para ele, todos precisam aceitar metas verificáveis, ponto que enfrenta oposição do Brasil. Ontem, as negociações não avançaram devido a embates sobre financiamento.
A proposta de um fundo global para o clima avançou na conferência mundial em Copenhague. O compromisso coletivo é avaliado por muitas delegações -Brasil inclusive- como a saída possível do impasse sobre quem vai bancar a adaptação ao aquecimento global.
Com o aumento da pressão sobre os emergentes na Conferência do Clima, o Brasil disse que aceita prestar contas sobre parte das ações para corte de CO2. O presidente Lula chega hoje a Copenhague.
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