Apesar de o embaixador americano, Thomas Shannon, tentar passar panos quentes e dizer que não, a questão do Irã provocou um confronto direto e aberto entre Brasília e Washington.
Enquanto o presidente Lula, o chanceler Celso Amorim e o assessor Marco Aurélio Garcia tentam comemorar o acordo com o Irã e com a Turquia para a troca de urânio levemente enriquecido por combustível, o presidente Obama e a secretária de Estado, Hillary Clinton, mobilizam o Conselho de Segurança da ONU para ignorar o acordo e impor uma nova rodada de sanções ao regime iraniano.
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