O fantasma da recriação da CPMF voltou a assombrar a bancada da oposição nos corredores do Congresso.
A simples perspectiva de que a nova contribuição salte da gaveta para o plenário deixou eriçada a oposição. Na Câmara, a maioria do consórcio governista é acachapante. São reais as chances de aprovação. No Senado, nem tanto.
A nova contribuição incidiria sobre os cheques. A alíquota seria de 0,1%. Uma mordida menor do que os 0,38% impostos pela falecida CPMF. Nem o argumento de que a nova taxa iria integralmente às arcas da Saúde sensibiliza tucanos e ‘demos’.
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