Nem só a sucessão presidencial vem tirando o sono dos companheiros. Até setembro estará o PT em expectativa por conta das condições da candidata Dilma Rousseff, tanto em sua luta contra a doença quanto diante de suas reais possibilidades eleitorais. Haverá que esperar, claro que dando às suas bases a impressão de estar tudo bem, pois Dilma até cresceu nas mais recentes pesquisas.
O problema é que as dificuldades se ampliam. Será boa estratégia para o PT ceder ao PMDB candidaturas de governador em estados importantes, onde seus candidatos teriam condições de eleger-se? Abrir mão antecipadamente de estados que poderia controlar, como Minas, Rio de Janeiro e outros?
Mas tem mais. Tão importante quanto eleger o sucessor do Lula, ou até o próprio, outra vez, se Dilma não decolar, será ampliar suas bancadas no Congresso. Em especial no Senado, onde o governo vem enfrentando surpresas desagradáveis. Como puxar uma chapa de candidatos a senador e a deputado, porém, sem candidatos a governador?
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A minha profunda admiração pela figura de Bertolt Brecht, dramaturgo, filósofo e poeta alemão, o maior…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A Tragédia é um acontecimento muito grave e ruinoso, ligado a forças da natureza ou provocado…
MIRANDA SÁ (E-mail; mirandasa@uol.com.br) O analfabetismo reinante na suprema corte de Justiça argumenta sobre o exercício do jornalismo para se…
MIRANDA SÁ (E-mail: mirandasa@uol.com.br) A expressão "conto do vigário" é uma das mais tradicionais da língua portuguesa e significa um…