“(…) independentemente de nossos sentimentos, crenças e desejos, ou do que vai ou não vai acontecer com a candidata e eventual presidente Dilma, nenhum partido ou líder tem o direito ético de empurrar 185 milhões de brasileiros para o possível desperdício dos sacrifícios que todos fizemos durante os mandatos de Sarney, Collor, Itamar, Fernando Henrique e Lula, em nome de interesses pessoais, partidários, caprichos, desejos ou crenças.
O que está em jogo não são as qualidades ou os defeitos da ministra Dilma, sua competência maior ou menor ou a admiração que tenhamos ou não por ela. Trata-se dos custos que a evolução da saúde da ministra poderá ter para todos os brasileiros.
Correremos o risco de viver anos em sobressalto, porque crises, depois que começam, adquirem dinâmica própria. Nem sempre sabemos quando e como elas começam. E nunca sabemos quando nem como terminam”.
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