De caso pensado, o PMDB continua na contramão do governo. Mesmo preocupado em por enquanto não bater de frente com o palácio do Planalto, o maior partido nacional coleciona episódios de desentendimento, da eleição de José Sarney para presidente do Senado, contra o candidato do PT, até o apoio velado à CPI da Petrobrás. Entre esses dois episódios, registra-se uma série de pequenas desavenças, mesmo sem a intenção do rompimento imediato. São avisos, prenúncios do inevitável.
No caso, o inevitável será o desembarque do PMDB da candidatura Dilma Rousseff, caso, é claro, ela se mantenha. Por enquanto, para os peemedebistas, é bom conservar os seis ministérios, as dezenas de diretorias de empresas estatais e as centenas de cargos de escalões inferiores.
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