Ou decola ou vai para o hangar
Este semestre é crucial para a sorte da candidatura Dilma Rousseff à presidência da República. Ou decola, crescendo nas pesquisas, ou será afastada como inviável, por decisão do próprio presidente Lula. Claro que certas pesquisas poderão ser manipuladas, mas os institutos sérios, aqueles que não faturam os números, estarão vigilantes para transmitir à opinião pública o seu próprio reflexo.
A pergunta que se faz é simples: e aí, acontecerá o quê? Na teoria surgem várias hipóteses. Os companheiros poderão buscar outro nome em seus quadros, ainda que até agora pareça inexistente. Se Dilma não decolar, quem garante que Patrus Ananias, Tarso Genro ou outro líder possa substituí-la?
CARLOS CHAGAS, jornalista
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