Perigos enfrentados pelos governantes
Os que exercem funções de governo ou ocupam cargos de direção têm que tomar enorme e pelo menos triplicada cautela com o que dizem e assinam e com os sintomas que percebem nos seus auxiliares diretos. Não devem deixar passar em branco, por amizade ou simpatia, ou também em função de eficiência profissional. É um perigo. Os falsos amigos às vezes revelam atitudes capazes de comprometer ou até derrubar aqueles que os distinguem com sua confiança. Os bajuladores sempre de plantão, outro abismo. Estes, inclusive, como sempre, desaparecem quando os governantes ou dirigentes são substituídos.
Pedro do Coutto, jornalista
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